março 31, 2005
março 30, 2005
José Paulo Kupfer disse:
Desfusão para quê?
31.03.2005 | Quantas vezes você já ouviu esta famosa frase, atribuída ao jornalista e escritor americano H.L. Mencken: para todo problema complexo há sempre uma solução simples — e totalmente equivocada? Provavelmente muitas, tantas são as soluções simples — e equivocadas — que aparecem por aí. A “desfusão” da Guanabara é forte candidata a mais uma delas.
Leia o texto completo aqui.
março 29, 2005
LIAR (Henry Rollins)
You think you’re gonna to live your life alone
In darkness
And seclusion
Yeah I know
You’ve been out there
Tried to mix with those animals
And it just left you full of humiliated confusion
So you stagger back home
And wait for nothing
But the solitary refinement of your room spits you back out onto the street
And now you’re desperate
And in need of human contact
And then
You meet me
And you whole world changes
Because everything I say is everything you’ve ever wanted to hear
So you drop all your defenses and you drop all your fears
And you trust me completely
I’m perfect
In every way
Cause I make you feel so strong and so powerful inside
You feel so lucky
But your ego obscures reality
And you never bother to wonder why
Things are going so well
You wanna know why?
Cause I’m a liar
Yeah I’m a liar
I’ll tear your mind out
I’ll burn your soul
I’ll turn you into me
I’ll turn you into me
Cause I’m a liar, a liar
A liar, a liar
I’ll hide behind a smile
And understanding eyes
And I’ll tell you things that you already know
So you can say
I really identify with you, so much
And all the time that you’re needing me
Is just the time that I’m bleeding you
Don’t you get it yet?
I’ll come to you like an affliction
And I’ll leave you like an addiction
You’ll never forget me
You wanna know why?
Cause I’m a liar
Yeah I’m a liar
I’ll rip your mind out
I’ll burn your soul
I’ll turn you into me
I’ll turn you into me
Cause I’m a liar, a liar
Liar, liar, liar, liar
I don’t know why I feel the need to lie
And cause you so much pain
Maybe it’s something inside
Maybe it’s something I can’t explain
Cause all I do
Is mess you up and lie to you
I’m a liar
Oh, I am a liar
If you’ll give me one more chance
I swear that I will never lie to you again
Because now I see the destructive power of a lie
They’re stronger than truth
I can’t believe I ever hurt you
I swear
I will never to you lie again, please
Just give me one more chance
I will never lie to you again
I swear
That I will never tell a lie
I will never tell a lie
No, no
Ha ha ha ha ha hah haa haa haa haaa
Sucker
Sucker!
Oh, sucker
I am a liar
Yeah, I am a liar
Yeah I like it
I feel good
Ohh I am a liar
Yeah
I lie
I lie
I lie
Oh, I lie
Oh I lie
I lie
Yeah
Ohhh I’m a liar
I lie
Yeah
I like it
I feel good
I’ll lie again
And again
I’ll lie again and again
And I’ll keep lying
I promise
março 27, 2005
março 25, 2005
março 24, 2005
Uma Revolução aconteceu hoje
Oposição assume controle da capital do Quirguistão
março 23, 2005
Desabafo
Depois de 2 anos, tenho que dizer: meu, como anda decepcionante este governo Lula…:-/
março 21, 2005
março 18, 2005
Nestes sete dias uma onda de rebeliões têm acontecido em várias unidades da FEBEM aqui em São Paulo — uma delas não é muito distante de casa, inclusive.
Olha, vou dizer uma coisa: para mim, isso é um consequência direta de não se ter baixado ainda a idade mínima de responsablidade por crimes para pelo menos 16 anos. Cada vez mais fica mais claro que não se dá para cobrir o sol com a peneira — 80% dos tais menores infratores têm de 16 anos para cima, e não adianta seguir o polianesco Estatuto da Criança e do Adolescente construindo escolinhas com professorinhas para colocar jovens ladrões e assassinos dentro — mesmo porque na próxima rebelião, elas podem virar vítimas de estupro, como aconteceu semana passada, ou de então coisa pior.
Acho que o Brasil tem uma das legislações mais lenientes do mundo no que diz respeito a crimes cometidos por menores de 18 anos. Em países de 1º Mundo como Alemanha, Inglaterra ou EUA, não há concessões: se você cometeu um crime, você vai ser responsabilizado por ele, geralmente não importando a idade que você tenha.
março 08, 2005
março 07, 2005
Acabo de voltar de uma maratona de consulata ao veterinário e exames pela qual meu cachorro (e de uma certa forma eu e minha irmã que estava dirigindo o carro, também) passou.
O diagnóstico é que meu dobermann está com problemas ortopédicos de coluna e nas articulações da junta de um dos fêmures, que vão ter que ser monitorados durante o resto da vida dele (que tem quase 9 anos, ou seja, é idoso em termos de idade canina).
Paciência…
março 06, 2005
Urrú!
Finalmente o GMail torna-se tão compatível como o site do Google e agora oferece suporte aos mais variados browsers através da versão plain HTML…:-)
Festung FAAP
Nesta quinta-feira eu e a Lu O. fomos fazer divulgação da festa do Projeto Autobahn na FAAP.
Logo fomos barrados por um sistema de segurança ostensivo que nos deu a sensação de que estávamos entrando numa sede de banco: só se podia entrar dentro do edifício do Tearto FAAP, para entrar em contato com os grêmios para deixar uns flyers só com autorização expressa e escrita, haviam pórticos de passagem de segurança por dentro dos portões internos guardados por seguranças com walkie-talkies, etc…
Impressionante é se lembrar que não muito tempo atrás, em 1994, não havia na FAAP nem mesmo aquela grade alta de aço pintada de verde que separa e esconde hoje em dia a área verde em frente ao edifício do museu da Rua Alagoas, e se podia entrar e sair de lá sem grandes dores-de-cabeça ou burocracia. Triste ver que em nome de uma tal de segurança abre-se caminho para a neurose coletiva.
O contraste é a PUC, onde fomos depois de lá: apesar de ser uma universidade duma certa forma “equivalente” à FAAP, não havia praticamente nada de aparato policialesco ao redor. E a sensação de liberdade geral era incomparavelmente maior (claro que isso deve ter a ver com o episódio dos estudantes duramente reprimidos num protesto em 1978 pelas tropas sob o comando de Erasmo Dias, mas, bem, isso é uma outra história da qual acho que muita gente de vinte e poucos anos que estuda lá e que fuma cigarros dos mais variados tipos pelos corredores nem deve saber…).
março 05, 2005
março 04, 2005
março 03, 2005
Peraí, deixa eu tentar entender uma coisa
Então na Indonésia quem se envolve em atentados terroristas que matam centenas de pessoas ganha 30 meses de prisão, enquanto quem é pego com 13kg de cocaína vai para o paredão de fuzilamento?
Boa notícia II
Severino Cavalcanti desiste do aumento salarial
Boa notícia I
Câmara aprova a pesquisa com células-tronco
A Web está ficando velha
O que é curioso é que, na minha impressão pessoal, as primeiras versões do Yahoo.com me parecem bem mais “jovens” do que a edição atual, mais “séria”, mais quadrada, mais “para toda a família americana”…
No final das contas hoje em dia meu principal uso do Yahoo é o setor de grupos, mesmo. A página central eu já não tenho o costume de visitar com freqüência há anos…
março 02, 2005
A vida real por trás dos filmes de 007
Aqui, no site da edição inglesa da BBC.
Coisas que apareceram em filmes como “Thunderball” estão se mostrando inspiradas em fatos reais depois da revelação de documentos ingleses secretos da II Guerra Mundial (Ian Flemming, o criador de 007, trabalhava para a Marinha Britânica na época). Haviam até espiãs que mais tarde inspirariam as Bond Girls…
março 01, 2005
Circulando por aí

O flyer do Projeto Autobahn para este mês de março.
Fui eu que fiz…;-)
Ato falho
Ontem eu me peguei chamando meu cachorro Spike de… Skype.
Falando nisso…
…o Alcino Leite Neto fala a respeito de “Aviador” e de outros ganhadores do Oscar deste ano (como “Menina de Ouro” e “Ray”) no seu texto Os heróis tristes do Oscar.
Aviador
Fui assistir nesta segunda à noite. Interessante este filme, que é sobre a carreira de Howard Hughes, um milionário que atuou em duas indústrias-chave dos EUA do século passado: a de Hollywood e a de aviação civil/militar (e ele conseguiu misturar as duas num dos filmes que ele fez, Hell’s Angels, o que é mostrado logo no início de “Aviador”). E de seus problemas com o transtorno obsessivo-copulsivo que o consumiu cruelmente durante os anos.
Bom, o que achei estranho mesmo foi o final, que ao contrário de outros filmes biográficos como “Ed Wood” não explicou o que aconteceu com o personagem central nos anos seguintes àqueles mostrados na última cena do filme, de tal forma que quem viu o filme e quis saber que (triste) fim levou Howard, tem que se virar para achar…
Ah, sim, Cate Blanchett (que ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante pelo filme) estava linda como Katharine Hepburn.












