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dezembro 31, 2003dezembro 28, 2003mickey jagger![]() Esse é para encerrar a série "eu também sei desenhar": Mickey Jagger. O primeiro de uma série que nunca existiu. Deu trabalho reduzir o logotipo dos Rolling Stones ao preto e branco e fundir com a concepção de Ub Iwerks para o Mickey Mouse sem confusão visual, mas valeu à pena. anotado por Rafael - 02:31 PM
feynman suassunaDescolei meio que por acaso a edição da UnB do livro de potocas do Richard Feynman e superei todas as minhas suspeitas: está entre as leituras mais desconcertantes que me passou pelas mãos. Não saberia dizer o que é maior em sua personalidade: a curiosidade científica, o desafio intelectual (sem carregar o fardo da torre de marfim), o priapismo hilarante (sempre passando cantadas em recepcionistas de palestras), a capacidade em resolver problemas como se fossem brincadeira, o espírito lúdico. Eu, que achava sensacional a história dele aprendendo a tocar frigideira quando esteve no Brasil, no começo dos anos 50, fiquei com os quatro pneus arriados ao descobrir suas demais estripulias. Richard aprendeu a tocar tambor com um percursionista africano -- começara a tocar como um mero passatempo, quando trabalhava em Los Alamos, na falta do que fazer e foi confundido com um índio pelo hábito de ir batucar na floresta à noite -- chegando a compor a trilha de um espetáculo que foi parar em Paris; encasquetou com a idéia de aprender a desenhar, chegando a contratar modelos para posarem nuas; estiveram presentes a uma de suas primeiras apresentações na faculdade von Newmann, Einstein e Pauli, e o primeiro chegou a trabalhar com ele depois, no projeto Manhattan, além de Oppenheimer e Compton -- aquele mesmo que dá nome, hoje, ao chamado Efeito Compton --; nas férias, ainda jovem, costumava ir para Las Vegas, onde batia papo com apostadores profissionais e vedetes; extraiu diversos conhecimentos das experiências que fazia com as formigas que invadiam sua cozinha; chegou a treinar o olfato para localizar livros recém-manipulados, no afã de provar que a habilidades dos cachorros não deveria ser tão desenvolvida assim (a conclusão foi que se os humanos tivessem o nariz tão perto do chão o usariam mais).
Pesquisa rápida mostra notícia que o romance vai ser republicado, mas tem todo cheiro daquelas republicações que vão ficar para o ano que vem. anotado por Rafael - 02:23 PM
dezembro 27, 2003poética dos quadrinhosOs quadrinhos nas letras da MPB: um texto sob medida para os melômanos de plantão. Acho que o Ruy Goiaba vai se deleitar, sobretudo com esses versos (adivinhem de quem é): Superbacana, Superbacana Superhomem, Superflit Supervinc, Superhist, Superviva. anotado por Rafael - 04:34 PM
chega de filmes começados por iIrreversível? Insuportável. Parece que o cara fez um filme banal e depois que se tocou disso, resolveu montar ao contrário na sala de edição para aproveitar o mote do destino, que passa por alguns diálogos. Conseguiu a proeza de fazer um filme absolutamente corta-tesão apesar da Monica Belucci aparecer nua em boa parte da fita; nem Goddard fez uma cagada tão grande em Le Mépris, com Brigitte Bardot. Única cena boa: quando expulsam o taxista chinês do carro. Se você encara aquela câmera trêmula, vai sair do cinema na cena em que o cara bate no outro com um extintor de incêndio. Invasões Bárbaras? Auto-indulgente como seu público (*), não me espanta todo o sucesso. Quem é de esquerda vai ver se regozija ao saber que, apesar de ter desperdiçado os projetos de vida em intelectualismos estéreis, o professor terá uma morte digna ao lado dos amigos, e ao lembrar que, ao menos, ele aproveitou -- sem se tocar do legado de horror que deixou às gerações seguintes, entre as quais a de seu próprio filho. Quem é de direita vai ver e sai com a satisfação secreta de se saber, em última análise, dona & transformadora do mundo, apesar de ainda contar com o desprezo dos meios intelectuais e artísticos, e daquela estranha sensação de que deveria ter visto "mais pôres-do-sol". Ambos choram juntos na única linha que transcende a narrativa, a reconciliação de um pai e um filho -- forçada para culminar no final lacrimoso. (*) Adoro essas frases em que você insulta dois de uma vez só. A Taça do Mundo é Nossa? O que dizer de um filme de humor cujas piadas vencem antes do final da película? Ao menos o cartaz é do Benício, que pintou metade dos pôsteres dos filmes daquela época, para ficar numa estimativa educada. Socorro, Clint Eastwood! Só você pode me salvar! anotado por Rafael - 04:31 PM
Diogo mainardiExcertos da entrevista de Diogo Mainardi para a Trip, ora nas bancas, devidamente editados e descontextualizados para ampliar bem o impacto, como eu gosto de fazer. Quem comprar a revista também deve conferir a entrevista de Zeroquatro Montenegro, band leader do mundo livre s/a (a cujo primeiro show no Rio de Janeiro, no extinto Circo Voador, com um Otto que ainda não conhecia a Alessandra Negrini na percussão, estive presente) e ideólogo do movimento mangue bit. A vida no Rio é muito agradável, não tenho nada a reclamar [...] A maior diversão que tenho é ir à praia. Sou um escritor satírico de idéias [...] Não sinto a responsabilidade de construir, só de destruir, de avacalhar com os outros, com meus personagens, comigo mesmo... Eu não queria conquistar a simpatia das pessoas usando o meu filho. É algo que eu não faria, porque não busco a simpatia dos outros. Dizem que a minha primeira profissão foi ser macaco. Fui bem sucedido nessa escolha, cheguei mais perto disso do que de minhas outras ambições. Era corintiano até o time começar a ganhar, em 77. Aí perdeu a graça. Toda quarta-feira [Ivan Lessa] me levava um saquinho de supermercado com três livros. Eu lia tudo em uma semana e devolvia [...] na semana sucessiva. Tive que largar a faculdade e engordei dez quilos. Essa foi minha formação. [...] Fiquei dois anos e meio nessa vida. Tenho interesse real pelo Brasil, não tem escritor que tenha escrito mais sobre o país do que eu. No trabalho intelectual você não pode ter pudor [...]. Não tenho medo de discutir nenhuma idéia, por mais inaceitável que ela seja. Sou absolutamente isento de preconceito. Quem sabe ler, lê [...] qualquer coisa. Quem não sabe, lê tudo mal. Sou absolutamente indiferente ao que dizem ao meu respeito, a favor ou contra. Tenho um tipo de cataclisma que me preserva. Sou bidimensional, não tenho profundidade psicológica, ninguém consegue me atingir. [...] Meu equilíbrio emocional é absolutamente imutável. Sou binário e elementar. Meu filho [...] ajudou muito a diminuir meu ego. Não temos o hábito dialético de questionar. A propaganda impede a reflexão [...] você pega um bordão muito forte e ele vira padrão da sociedade. [...] Sei onde tem propaganda porque nasci dentro de agência [publicitária] Gostava de cinema antes de perder todo meu dinheiro com ele. O papel da imprensa é encurralar, caçar e derrubar os políticos que estão no poder -- alguém tem que controlar essa gente. O que eu digo não tem importância nenhuma, não muda absolutamente nada. Só irrita. E, para mim, quase sempre é o suficiente. Se fosse rico, estaria com meu filho 24 horas por dia. Não sinto como grande responsabilidade tomar a cadeira do [Arnaldo] Jabor [no programa de televisão Manhattan Connection]. Não consigo ver a TV como instrumento de educação. Não tem nenhum tipo de função além de entretenimento idiotizante [no Brasil]. Quando era moleque, nos EUA, cientificamente, eu experimentei todas [as drogas]; uma vez cada uma. Foi a coisa mais desinteressante da minha vida. Nunca vou me pegar falando bem de político. Publicamente, jamais serei pego falando bem de alguém. [...] Gosto de importunar o governo. anotado por Rafael - 03:32 PM
eu também sei desenhar -- vii![]() Esse foi um desenho que eu bolei para o que seria uma edição de Natal do fanzine que eu produzia, Mancha Gráfica, e que nunca saiu. Mais um desenho com o qual fiquei satisfeito tanto na idéia quanto na concepção, a despeito de algumas soluções pueris na maneira como fiz as botas, a lata de tinta ou o rosto do Mancha, que viria a ser uma espécie de mascote, confessadamente calcado no Mancha Negra, vilão do Mickey Mouse. anotado por Rafael - 02:54 PM
agora vaiNão é que eu deteste Natal ou esteja numa campanha anti-consumo ou tenha me faltado inspiração: deu um pau violento -- pau violento aqui identificado como mais uma expressão na mesma família de "suruba nervosa" -- num HD do micro e esse tempo foi em restauração e reinstalação. Mas parece que agora, vai. E para descontar o tempo parado, uma mega-atualização à lá Polzonoff. anotado por Rafael - 02:48 PM
dezembro 22, 2003eu também sei desenhar -- VI![]() Outra que não saiu do lápis e que ficaria supimpa com uma arte final caprichada e cores -- alguém se habilita? Algumas derrapadas na anatomia e na perspectiva, explicáveis pela ausência de qualquer estudo preliminar. Muito tempo depois, descobri que o Edgard Guimarães, que fazia uma fanzine sobre fanzines numa cidade no interior de Minas Gerais, tinha tido uma idéia e feito um desenho muito parecidos. O Quino e o Moebius também têm um bastante parecidos; se retratar à prancheta é um clichê de desenhistas, tanto quanto tirar foto mordendo um pincel. anotado por Rafael - 01:08 PM
querem história, querem?Foi no papo do final de semana que alguém observou: há uma bela quantidade de revistas dedicadas exclusivamente à História, com agá maiúsculo, periodicamente nas bancas. A mais comentada, você já deve ter lido, foi lançada pela Biblioteca Nacional em novembro e se chama Nossa História, dedicada exclusivamente à História do Brasil, com textos de nomes ligados ao registro e pesquisa, de Elio Gaspari a Eduardo Bueno. Quase na mesma época apareceu História Viva, publicada pela editora Duetto, sem se restringir ao Brasil e contando com 50% de material traduzido da revista francesa Historia. Além dessas duas, a SuperInteressante vem lançado uma série de edições especiais e livros -- parece que aproveitando remanejamento de verba da extinta redação de quadrinhos da editora Abril Jovem -- dentre os quais, Aventuras na História. Isso sem esquecer da seção sobre História na própria revista, e da indispensável National Geographic, que lançou ótimas coletâneas ao longo desse ano (sobretudo para quem não tem assinatura nem disciplina para comprar na banca todo mês), sobre Grandes Exploradores, Mundo do Islã, Antiguidade Clássica e Melhores Fotos. Eu ia dizer que é muito melhor do que ficar lendo fofoca sobre a vida privada dos outros, mas me toquei que, na verdade, é bem parecido -- com uns 4 mil anos de diferença. anotado por Rafael - 01:01 PM
dezembro 20, 2003eu também sei desenhar -- V![]() Mais uma realização que muito me satisfez. Todo mundo aprende a desenhar imitando o estilo de alguém; depois que aprende de verdade, pára de imitar, e ainda depois, pode voltar a imitar como forma de exercício -- como foi o caso. O que mais me impressiona é que tenha feito tudo com caneta nanquim, tentando reproduzir o peso natural dos traços do pincel e da pena que o Laerte utilizava. anotado por Rafael - 09:08 AM
poçosTem algum tempo, acho que foi o Jean que andou perguntando como cada um batizava suas respectivos HDs. Curiosidade, do tipo que bem explorada rende um belo artigo, como o Inagaki costuma fazer. É comum o pessoal usar referências de gosto nessas horas; um amigo meu que tinha dois Macintoshes chamava-os de Chatotorix e Idéiafix, respectivamente. Meu irmão certa vez me contou que os servidores da PUC recebiam nomes de mulheres: Cindy, Claudia, Linda. Mesmo entre aqueles de formação técnica, onde a tendência em simplesmente numerar (placa 1A, 1B, 1C e assim por diante) ou de usar siglas (dizem que o MPB-4 se chamou assim por ser composto de estudantes de engenharia) é muito forte, a apropriação onomástica prevalece quando a necessidade de se diferenciar não traz junto a carga de transmitir mais informação. Na costa da África, litoral de Angola, os campos petrolíferos recebem nomes de flores: Girassol, Dália, Margarida. No Mar do Norte, são identificados por nomes vindos da mitologia: Valhalla, Asgard. Na Bacia de Campos, litoral do Rio de Janeiro, os campos são nomeados por peixes: Barracuda, Corvina, Marlim, Pargo, Espadarte. Não existe até hoje nenhum Campo de Tainha. Nem de Sardinha. Para quem não fez idéia do que eu estava falando, aí vai a resposta: ![]() Provando que o velho Nostra não estava tão doido assim. Quanto à parte final da centúria, "homens de chifre", permite múltiplas interpretações, como aliás qualquer previsão que se preze. Eu consegui juntar pelo menos três, mas aposto que existem mais. Nostradamus poderia estar se referindo às plataformas do Mar do Norte, montadas e comandadas por nórdicos, "povo do norte", bárbaros que se destacavam por usar chifres em seus capacetes -- portanto, "homens de chifres". Pegando pelo lado simbólico, o chifre sempre foi uma das marcas registradas do coisa-ruim, então talvez Nostradamus apenas estivesse descrevendo uma característica dos habitantes das plataformas; eles seriam, assim, homens endemoniados. Sem sair do terreno simbólico, o chifre tem significado completamente diferente no Brasil, no terreno das relações humanas, explicitado pelo cantor Falcão quando fala que "colocou o chapéu de touro". O que isso tem a ver? Os trabalhadores das plataformas costumam enfrentar longas jornadas de trabalho de 15 ou 21 dias ou mesmo até mais semanas em alto mar, isolados, enquanto suas esposas ou namoradas permanecem em terra firme... anotado por Rafael - 09:04 AM
dezembro 18, 2003eu também sei desenhar -- IVAproveitando que hoje eu estou animado: ![]() Esse foi feito rapidinho, bastante espontâneo, quase direto à tinta, sobre uma idéia à lápis que ficou melhor no papel do que na minha cabeça. Insisti, reforcei as linhas e o resultado me lembra aquelas mini-ilustrações indicando seção de teatro nos jornais. Ou um fantasma se lamentando. anotado por Rafael - 05:29 PM
eu também sei desenhar -- IIIVoltando à programação habitual... ![]() Homem de borracha e seu inseparável companheiro Bolão, dois personagens que muito me são caros dos quadrinhos de super-heróis (ano passado saiu um álbum sobre o criador, Jack Cole, editado pelo Art Sipegelman). O tipo que todo mundo quer desenhar, dar sua versão; não se espante do Frank Miller tê-lo incluído no rol de The Dark Knight Strikes Again. Apesar de já bem antigo, ainda gosto muito do jeitão do desenho. anotado por Rafael - 05:22 PM
dezembro 14, 2003Mas a minha coluna...Eu sumi, mas a minha coluna no SoBReCaRGa, não. Essa semana até ganhou chamada na capa, sobre os 20 anos de aniversário de Love & Rockets; semana passada, foi a vez de explicar porque eu adoro Kyle Baker. Ambas lindamente ilustradas e diagramadas, que se dane a modéstia. Vai lá ler, Dante! anotado por Rafael - 03:07 PM
dezembro 09, 2003eles tinham razão!Centúria # 242 de Nostradamus:
anotado por Rafael - 04:56 PM
dezembro 03, 2003eu também sei desenhar -- ii![]() Esse é bem antigo, uma idéia correta, concebida de modo correto. Olhando hoje, nem sei porque não me dei ao trabalho de finalizar, deixando no lápis. Meu padrão de exigência era muito maior, injustificadamente. Se não no traço, nisso, ao menos, evoluí. anotado por Rafael - 08:59 AM
42 comentadores à procura de um títuloMeninos, eu vi -- e também li as provas do romance novo do Alexandre Soares Silva. Atesto e dou fé: vocês não sabem o que estão perdendo. Mordam-se de inveja, pobres mortais! Mais uma vez, a história se passa no Paraíso, o mesmo Paraíso de A Coisa Não-Deus -- só que, agora, mais acanhado, sem se transformar em quase um personagem e roubar a cena. Estão matando moradores do Paraíso e Dundas, o detetive mais infantil do mundo, é convocado pelos anjos para solucionar os crimes quando um deles é a vítima. Approposito, o Alexandre está procurando um bom título para o romance; compareçam e, quem sabe, terão uma historinha a mais para contar aos netinhos (Fabio, isso não tem nada a ver com você!*). Minha sugestão, baseada no quanto o Alexandre aprecia filmes nacionais**, foi: Como Morrem os Anjos. Melhor do que o romance novo do Alexandre, só mesmo ouvir o Fabio contando as histórias dele enquanto o ajuda a derrubar um rótulo preto. * piada interna, nem tente entender. anotado por Rafael - 08:55 AM
dezembro 02, 2003eu também sei desenhar -- i![]() Ilustração feita em estado de grande maledicência, mais ou menos no auge dos adesivos Eu acredito em Duendes. O título foi inspirado num gangsta rap, Cop Killa -- ah, época divertida, o início dos anos 90! anotado por Rafael - 03:04 PM
ainda mais placas!O maior sucesso do ano em nova edição Na cara do Gol. Querem placas, querem?
anotado por Rafael - 03:00 PM
dezembro 01, 2003eu também sei desenhar -- esclarecimentoDe vez em quando alguém vem comentar alguma coisa sobre um texto meu, e invariavelmente ouve que eu gosto mesmo de desenhar; escrever é mais pelas forças exógenas e a vontade de encadear um raciocínio. Sempre tive a impressão que ninguém me levava muito à sério, porque nunca tinha visto nenhum desenho meu, e, nos últimos anos, raras têm sido as oportunidades em que eu encostei lápis no papel. Pois bem: nesse final de semana pus-me a selecionar e digitalizar coisas antigas, e assim que as imagens estiverem em arquivos digitais decentes (leia-se: boa resolução, boa definição e pouco peso), vai ter festival de desenhos por aqui. Porque, para quem não sabe -- eu também sei desenhar. anotado por Rafael - 12:15 PM
leia no jotabêDe quando em quando um habitante da blogosfera -- acho que essa foi a melhor prefixosfera inventada desde a statusfera de Tom Wolfe -- parece romper os limites do mundo virtual e mostrar sua cara na televisão ou num jornal; raramente o mundo dá-se conta e registra o fato. Sexta-feira passada, por exemplo, quem teve olho notou que uma foto da Lux ilustrava matéria na Programa do JotaBê. anotado por Rafael - 10:29 AM
parker maltês![]() Fiquei particularmente contente com o texto final da minha mais recente coluna no Sobrecarga, um paralelo entre o western Ken Parker, que está sendo relançado integralmente no Brasil, e o capolavoro Corto Maltese -- que merece mais edições do que teve por aqui. anotado por Rafael - 10:15 AM
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Lonely Planet Luis Eduardo me encheu tanto o saco que conseguiu um link só para a página dele aqui. Cataplum!
O Polzonoff EfE Dê ErrE Blógico Lucida Lancis Suspiros de Salvador A-Esse-Esse Vertigem Blog0news Rafa
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