Happy Halloween !!






Mudei o layot do site de fotos, mais simples, com thumbnails. Fiz tudo (ou melhor, nada) com o PhotoSite TimeSaviour, um programinha que eu já citei no passado e que melhorou muito com o tempo. E o melhor é que é gratuito. Maravilha !!
Adicionei as fotos do museu, também as de New Orleans e aqui e ali tem uma foto ou outra nova. New York não tem, porque eu deixei tudo no computador novo no Brasil e postei as mais recentes aqui. Chile, idem.
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Dia bonito heim. Também pudera.
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Novidades: em breve hóspede novo.
Estou entrando nos eixos. Geralmente levo algum tempo para me habituar a novas/diferentes/inesperadas situações. O corpo precisa de uns 10 dias, eu, ás vezes, alguns meses.
Depois de um final de semana interessante, repleto de reflexões, comecei ontem a me organizar. Retomar planos e projetos. É incrível como preciso me organizar desta maneira. Fazer listas e ser guiada, mesmo que por mim mesma, nas tarefas que quero realizar.
Se eu não sentar, fazer uma to do list, estabelecer horários, se deixar tudo apenas na cabeça, estou perdida. Tudo ao meu redor me distrai e quando chego ao final do dia me sinto exausta e frustrada, não tendo realizado nada do que me propus no dia anterior.
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Ás vezes nos esquecemos de nós e isso complica o meio de campo. Toda energia escapa ou fica centrada aonde não interessa. Os problemas, mesmo que pequenos, começam a aparecer. Problemas criados pela nossa criatividade/imaginação. Eu, que sou pouco criativa, embarco em fantasias que, por fim, acabam por me machucar. E a única responsável por isso sou eu mesma.
Colocar os pés no chão vez ou outra, faz um bem danado.
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Sábado foi esbórnia. Perdi a conta de quanto shots de vodca eu bebi, mas o melhor foi que não passei mal dia seguinte. Fazia tempo que eu não me entregava assim, sem preocupação. E é bom, mas não com frequência. Já não tenho mais ânimo para chegar em casa quando o dia amanheceu (e por sorte, ganhei uma hora no sábado porque os relógio foram atrasados), ou dormir o sono que o excesso de álcool provoca. Aquele pesado, mas que de repente a gente acorda e não dorme mais. Não-não. Vez ou outra, ok. Senão, uma cervejinha ou duas (ou três ou quatro), e não ter que tomar um Advil antes de ir deitar. O corpo já não se recupera como antes.
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Super saudades do Rio.
Do calor.
De janeiro e o que foi aquele mês para mim.
Tanta coisa aconteceu esse ano que olhando para trás eu fico perplexa.
Fazendo um balanço, posso dizer que 80% foi super positivo.
E os 20% que não foram positivos, não foram assim tão ruins.
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Vamos escrever em conjunto. Embora eu esteja animada com a idéia (eu fiz isso aos 15 com minha melhor amiga, e era excitante ver como a história voltava da casa dela cheia de twists and turns), a idéia original é minha e uma pontinha de ciúmes apareceu. Por isso, vou continuar à parte e no final vamos ter duas histórias: uma que eu escrevi sozinha e outra a quatro mãos. Ambas com o mesmo tema.
Além do ciúmezinho, eu duvido que vamos conseguir casar nossos estilos. Eu gosto de escrever suavemente e deixar o leitor criar certos detalhes; ele força sua visão e ponto de vista sobre quem lê.
Mas vai ser uma experiência.
Quem sabe ?
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Graças ao thesaurus eu estou animada com a perspectiva de escrever tudo em inglês daqui para frente. Me sinto solta e sem compromisso. A nuvem negra que paira sobre minha cabeça quando escrevo em português definitivamente não esta presente. O medo e vergonha de errar, muito menos. Liberdade. Sem contar que inglês é uma língua enxuta. Para ficção, muito boa.
Em momentos me sinto tolinha e childish, pensando assim. Mas vou escrever da maneira que me sinto mais confortável no momento. O importante é escrever.
Ontem fui visitar o Museu de História Natural. Simplesmente fantástico ! Okay, tem uns lances palha aqui e ali, como os animais empalhados por exemplo, mas ver os esqueletos dos dinossauros, caramba, é impressionante. Eu não consegui tirar fotos deles porque me transportei para um outro mundo, imaginando quando esses colossos andavam por aqui (e porque são tão grandes que não caberiam na lente). Só por eles já vale a visita.
Vi também a exposição sobre Petra, muito bonita (mas infelizmente não é permitido tirar fotos), e aquelas paisagens, o estrangeiro, me deu uma bruta vontade de ir embora daqui. Com o frio que fez esses dias e toda a babaquice que é, no final das contas, ser um alien nos usa, Africa me pareceu convidativa. Imagine as cores, os odores, o vento, os animais, o sol, o céu. E me pergunto o que faço aqui.
De volta ao museu. Além dos dinossauros, o Hall of Pacific People, South American People and Asian People são interessantes. Mexico e Central America também. O resto é meio de praxe. Ah ! Tem também uma exposição Vietnam: Journey of Body, Mind and Spirit. Curiosa.
Depois desta visita decidi que pelo menos 1 vez por mês quero passar num museu, para manter certas perspectivas de quem sou, onde estou e o que faço aqui.
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Finalmente assisti O Império dos Sentidos. Clássico, o que eu esperava e nada além. E achei Bob Le Flambeur. Oh boy, alguns filmes antigos tem tanta classe ! Acho que vou fazer uma recapitulação de certos filmes antigos. Porque outro dia na locadora eu perdi quase 30 minutos tentando achar alguma coisa que não fosse lixo. Recorri a sessão de filmes estrangeiros e clássicos.
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Encontrei com a Aline no Bereket e depois viemos para casa. Foi legal revê-la e me deu uma certa saudades do meu quarto em LES, da minha vidinha de solteira... Mas passou logo.
Ah ! Falamos sobre o filme Bowling for Columbine, que eu finalmente aluguei. Eu gostei muito do filme, apesar de concordar que ele meio que forçou a barra querendo provar o ponto de vista, como a Aline disse, mas eu acho que isso fica claro para nós que não somos daqui, porque para muito gente nesse país você precisa mastigar tudo e dar a papinha para eles compreenderem. Certas pessoas simplesmente não entendem. E nem depois de assistirem a um filme como esses, elas não vão entender. Não estou falando pessoas que moram em grandes cidades como NY ou LA or Miami, mas dessa gente que mora no meio do nada e não consegue ver o X da questão. Ou não quer, sei lá. C'mon, estamos falando de gente que quando vai assistir um filme fica falando e dando instruções para os atores na telona, como se aquilo tudo fosse verdade.
Aliás esse é um lance novo para mim. Meu namorado disse que sempre que ele ia assistir um filme a platéia era participante: gritando, falando, dando "instruções" e pitacos. Eu ri dele e disse que isso devia ser porque ele ia na matineé, mas recebi um cala-boca quando fomos assistir um filme num cinema normal com gente normal num horário normal. Primeira vez que vejo pessoas enfurecida, falando alto e querendo participar. O que que é isso minha gente ? E esse fato ocorreu mais duas vezes. Tanto que estou totalmente turned off de ir no cinema.
Enfim, eu gostei do Bowling.
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Dio mio, que invenção maravilhosa é o Thesaurus. Preciso de um em português, eletrônico. Recomendações ?









E o filme sobre Sylvia Plath estreou. Eu ainda não fui ver. Passei hoje pelo Angelika e estava preparada para assistir, mas cheguei atrasada e como não assisto filme já começado, resolvi deixar para depois. Amanhã talvez.
Embora falar de um filme sem ver seja puro preconceito, eu acho que não vou gostar. Primeiro porque não topo a atriz, segundo porque vão fazer do filme uma história de amor-literatura-suicídio. Tenho certeza.
Bão, com sorte estou errada.
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Enquanto isso estou lendo a biografia dela feita por Ronald Hayman.
Por enquanto nada que eu não soubesse -quem leu os diários e The Bell Jar sabe quase tudo que se tem para saber- mas esta valendo a pena a título de filling in the blank spaces.
O que eu não sabia (e ainda não cheguei neste capítulo, aguardem) é que a segunda esposa de Ted Hughes também se suicidou. Que coisa bizarra heim ? O cara larga uma, que se mata e a segunda segue pelo mesmo caminho... Ted Hughes, o viúvo negro. Hahahahahaha. Eu não gosto desse cara. A apresentação dele no Johnny Panic and the Bibble of Dreams me deixou cabreira e a cara dele, hm. Sei não. Mas enfim, isso é mais info do que necessário.
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Domingo fomos no Museum of Sex. Ah ! Eu esperava algo interativo, rico e bem mais organizado. Valeu como curiosidade, mas mesmo assim é meio caro pelo que oferece. Enfim. Nada que eu já não estivesse careca de saber. Gostei dos livretos com endereços de bordéis e prostitutas século 19. Nome, endereço, especialidade. Um luxo. E os cartõpes de visita de moças de fino trato, que faziam "á francesa" (oral). Hohoho. De fazer você pensar... naquele tempo em que as pessoas não eram chegadas a banho...
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Hoje, saio de casa crente que estava frio -como disse a previsão do tempo- e voilá, um calor gostosinho, deu até para ficar de camiseta. Bom-bom.
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Brooklyn decorado para o Halloween. Preciso tirar umas fotinhos.
Quero ver se este ano eu vejo a parada. Ou vou numa festa a fantasia.
Afinal, meu aniversário também esta logo ai.
Hehehehe.
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Antes que eu me esqueça: assisti também esses dias The Life of David Gale. Aaaaaahhhh por favor. Eu não sei se eu já assisti MUITO filme na vida, se eu sou muito inteligente ou se esses scripts são mesmo um pé no saco. Caraca, muito simples, muito sem graça. E o que eles acham que é um twist você viu chegando nos primeiros 10 minutos de filme. O que é isso ? Argh ! Eu não sou uma intelectual, nem quero saber de filmes cabeças, mas prefiro assistir um filme sei lá, tipo 28 Days Later que é bullshit, mas você sabe desde o começo que é bull e mesmo assim se diverte (eu ADOREI 28 Days) do que assistir algo vem mascarado de uma coisa que não é. Suspense ? My ass !!
E assisti também Raising Victor Vargas e achei passável. Dois filmes que quero ver são In The Cut e Mystic River, apesar de ambos terem Kevin Beacon no elenco, e como diz uma piadinha que eu li em algum lugar, nenhum filme com Keavin Beacon consegue ser bom. Hahaha.




Aluguei o Romance, de Catherine Breillat. Depois de ler a review que saiu no salon.com, estava esperando um filme chocante como Império dos Sentidos foi na época do seu lançamento. Não me choquei. Gostei do filme, apesar de não achar nada excepcional. Me esqueço que os standarts de "filme que choca" para os americanos, europeus e latinos são diferentes.
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Uma frase que me fez rir: a man that fucks a woman honors her.
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Assisti de novo The Good Thief.
Eu gostei muito deste filme.
Seja a história, seja a locação (França, onde mais poderia ser ?), a soundtrack, ahhh, gostei de tudo.
Apesar da segunda vez não ser tão boa como a primeira.
C'est la vie...
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Preciso achar Bob Le Flambeur em dvd, não sei se existe.
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A atriz é de uma beleza não convencional e tem uma voz tão sexy. Hm.
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Eu poderia, facilmente, viver o resto da minha vida vendo filmes, lendo livros, escrevendo histórias, comendo bem e dormindo.
Sem brincadeira. :)
Quando as meninas chegam na cidade: reportagem sobre a prostituição de brasileiras em Portugal (e esposas insatisfeitas).
Está chovendo lá fora.
Faz um barulho horrendo no ar condicionado.
Estou sozinha na mesona, o nenê esta dormindo no sofá porque disse que só vai para cama quando eu for.
Hahahaha.
Bom que ele dorme enquanto espera...
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Chegou estressado do trabalho.
Eu estava de bom humor.
Saímos para jantar e trancamos o apartamento com a chave dentro.
Eu, que parece estou ficando louca, tive outro acesso de riso.
Porque agora é assim, quando algo totalmente estranho acontece, eu começo a rir e só páro quando esta doendo.
Não me perguntem o por que disso.
Ele, ainda no stress, queria ver se tinha chaves suplementares no escritório.
Eu sujeri pedir para um vizinho deixar a gente entrar e quem sabe pela escada de incêncio ?...
Preciso dizer que com jeitinho foi minha maneira que funcionou ?
Homens.
Maravilhosos.
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Hoje, de brincadeira, escrevi um continho bobo, para demonstrar que a mesma historinha pode ter mil maneiras de ser contada.
Levei uns 20 minutos e pelo tempo dedicado, achei que ficou ótimo.
E comprovei minha dúvida: escrever em inglês é mais simples no momento.
Hm.
Bad.
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E agora esta assim: ou adoro o que escrevo incondicionalmente ou detesto.

Estou lendo muito e tudo em inglês. A parte estranha é que ando falando mal a língua. Ho-ho.
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O livro A Clockwork Orange é realmente um piece of work.
Estou no início, ainda não tenho uma opinião formada.
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Lendo também The Elements of Style, que me lembra frequentemente o Rafael Lima. Bom, muito bom, este pequeno livro; estou pensando se existe um similar em português. Imprima sua cópia, vale a pena.
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Sei que para escrever bem vou ter que decidir em qual língua quero seguir e me aplicar. O português seria a escolha natural, porque além do motivo óbvio, é uma língua rica, colorida, flexível e extraordinária. Mas talvez eu tenha que escolher o inglês, porque simplifica meu vocabulário e me ajuda a dizer todas as coisas que eu quero em poucas linhas.
O que eu não sei se é o certo, mas enfim...
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A lua está cheia. Linda. Talvez seja isso que esteja me afetando tanto. Eu não sei. O que me deixa super fula da vida é minha incapacidade de colocar o dedo no que me incomoda. Fico flutuando entre "será que é o tempo?" ou "será que é a lua?" ou ainda "será que foi o sonho que tive que me tocou mais do que eu gostaria?" e isso tudo é um saco, porque no final é algo que eu nem desconfiava.
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Outra coisa que também me deixa pê é que eu sempre compreendo o outro lado. Minha capacidade de colocar o pé no sapato do outro e sentir onde o calo aperta é inacreditável. Logo, fico entre meus calos e os do outro, comparo, e frequentemente acho que os do outro doem mais e coloco minhas dores de molho. O que cria ressentimento no final das contas. Queria ser um pouco mais centralizada em mim e nos meus problemas. Compreender o outro sim, mas não ao ponto de afetar minhas decisões, meus julgamentos.
O que me salva é minha intuição, que por sinal, esta em alta.
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Pensei durante toda a semana numa garota que conheci no bar. Não éramos amigas, mas ela era um personagem: divertida e cheia de historinhas malucas para contar. Não é que ontem eu decido entrar num destes salões de manicure da 1º com a 13º e ela esta lá, fazendo o pé com o filho, que é um menino absolutamente l-i-n-d-o.
Hm. Foi interessante revê-la.
By the way, as chinesas tiram a cutícula, só não o fazem muito bem porque se elas machucarem a cliente, ela pode processar o salão. Ridículo !

Sábado foi um pesadelo. Dor de cabeça terrível.
Domingo foi bonito, sublime, vista para o mar; mas acabou mal, febre altíssima e mais dor de cabeça.
Segunda totalmente wasted na cama.
Hoje estou melhor.
Mas terrivelmente moody.
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Saudades de pequenas coisas.
De algumas pessoas.
Gostaria de me simplificar.
Com uma conecção muito sem vergonha, dial-up, mas pelo menos não preciso mais sair de casa para escrever aqui e finalmente vou poder responder aos emails. Êba.
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O Gabriel Byrne é nosso vizinho. Nossos horários são similares, sempre nos encontramos fechando os portões. Simpático.
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Parece que o frio chegou. Super mau humor nos últimos 3 dias. Ainda mais porque não tenho nada de frio comigo, minha mala veio magra e levinha... Agora toca ter que comprar casaco e tudo mais. Que droga. Eu não curto roupa de frio.
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Virei uma velha reclamona. Quando estava calor eu queria frio, agora que esta frio quero calor.
O que eu quero mesmo é nossa ilha deserta, os pés na areia, no mar azul e o sol brilhando o ano inteiro.
Ponto.
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Acabei de ler o On Writing. Sim, adorei. No final ele fala do acidente que quase o matou, do cara que dirigia o carro que parecia ser um irresponsável e ficamos sabendo no footnote que este mesmo sujeito apareceu morto no trailer que morava e que até o momento da publicação do livro não sabiam o motivo da morte.
Logo imaginei um fã maluco do SK tomando as dores e passando o camarada. Ao estilo de Misery. E eu acho que isso deve ter passado pela cabeça de todo mundo que ficou sabendo do detalhe. E ele, como escritor, deve estar se segurando para não escrever alguma coisa baseada nisso. Eu estaria.
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Ainda no livros: tem um sebo aqui do lado. De qualidade, cheio de livros ótimos. Estou livre da Barney&Noble, que bom. Pelo menos 2 vezes por semana vou lá e passo umas 2/3 horas xeretando. Comprei o Baise-Moi, que virou filme. Hm. Explícito (o livro, o filme eu não vi) e violento, mas banal. Duas garotas saem como loucas matando meio mundo. Não tem motivação, você nem odeia nem simpatiza com as pobres coitadas, o que num livro eu acho muito ruim, quer dizer que o personagem ficou boiando, falso, superficial. Pena, porque se não fosse por isso eu defenderia o livro.
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Hoje vamos na Ikea. E deliver me from swedish furniture não vai acontecer...